• emailRecomendar
  • printImprimir
  • Compartir Compartir

¿Te gustó este articulo?
(total 0 votos)





En VIVO - La Página Millonaria Radio


Lee Revista Mundo Millonario


Vista Taca.com y viaja por toda América


Suscribite al Newsletter





Web Hosting Profesional - El Server

Conseguí la indumentaria 100% Oficial



 


Do céu ao inferno em três partidas

Cambiar Tamaño Achicar Agrandar
La Pagina Millonaria - www.riverplate.com

Acho que todos devem concordar: em apenas três jogos, este River de Cholo Simeone passou do céu, que foi a classificação em primeiro lugar em seu grupo na Libertadores, com a goleada 5x0 frente a USM, ao inferno de perder na seqüência 2x1 com Rosario Central, 2x1 com San Lorenzo, e 1x0 com Boca.

Um rápido tour pelas crônicas publicadas nos principais jornais argentinos e de outros países me mostrou que tudo que venho dizendo aqui sobre o futebol da Banda é compartilhado pela maioria dos colegas jornalistas. River ataca pouco e mal, e erra muitos passes em cada jogo. Um bom passe é um dos fundamentos do futebol. Passes errados fazem todo mundo correr além da conta, e isto somente pode ser consertado com treinamento e entrosamento.

Na defesa. Ferrari tem que jogar porque é o único que sabe partir com velocidade para o ataque, mas precisa ter as espaldas bem cobertas por zagueiros eficientes. É errado insistir com Gerlo nesta função. Não vou repetir o que já disse mil vezes: na zaga continuamos mal. Na lateral esquerda, Villagra tem melhorado bastante mas, por ser destro, precisa da cobertura atenta de um bom zagueiro.

No meio-de-campo. Abelairas é um canhoto hábil e bom distribuidor de jogo, mas não tem muita vocação para marcar. Augusto contribui com muita entrega física e sabe ser eficiente pela direita. Ambos, Abelairas e Augusto, precisam de Ahumada ou Ponzio, ou ambos, em plena forma para ajudar a recuperar a bola. Isto funciona muito melhor quando um dos zagueiros centrais aporta sua quota na tarefa de recuperação marcando e destruindo jogo mais adiante.

O "enganche" ou "meia de ligação". Sem dúvida, a criação de jogadas é muito mais eficiente quando Buonanotte ou Ortega estão em campo, embora o Burrito não parece ainda totalmente recuperado de seus problemas físicos e mentais. Buonanotte e Ortega são os únicos capazes de impor a mudança de ritmo para desconcertar o rival. Uma coisa fica clara: a criação de jogadas não pode ficar nos pés de Alexis, muito mais eficiente como atacante nos últimos 25 metros do campo do que próximo ao círculo central. Simeone tem insistido com esta variante que não está dando resultados.

No ataque. Archubi é um canhoto com bom domínio da bola; se ele joga, deveria ser para ocupar a faixa esquerda e abrir o campo para a entrada dos atacantes, e não para encimar com os outros canhotos. Do outro lado, ninguém ocupa de fato a faixa direita, a não ser quando Ferrari ou Augusto se projetam por ali. Isto centraliza o jogo, facilita a marcação, e fomenta a projeção dos laterais rivais. Esta falha pode ser resolvida com Alexis ou Mauro Rosales ocupando a faixa direita do ataque, e com Abreu falando menos e se movimentando mais.

Contra San Lorenzo. O Santo vem com a tranqüilidade que dá o triunfo no primeiro jogo. Provavelmente, Pelado Díaz vai sair com um time bem parado atrás e buscando o contra-ataque rápido. Para que San Lorenzo abandone essa postura e se arrisque mais, é fundamental que River obtenha a vantagem nos primeiros 20-30 minutos de jogo. Para isso, é preciso fazer o que não se fez contra Boca: atacar, atacar e atacar.

River tem time como para virar esta situação desfavorável. Não seria estranho, portanto, se eliminasse o San Lorenzo da Libertadores por um bom marcador e, no domingo, voltasse a ficar sozinho na ponta do Clausura derrotando a Gimnasia.

Porém, os erros precisam ser corrigidos. Como já disse: sem jogar futebol não dá.

  • emailRecomendar
  • printImprimir
  • Compartir Compartir

Agregar comentario comment Comentarios (0 publicado)



Podés seguir opinando y debatiendo sobre este y otros temas en el Foro de riverplate.com